II Gala do Associativismo celebra núcleos e secções

21 Novembro 2019

Pelo segundo ano consecutivo, a Associação Académica da Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro (AAUTAD) realizou a II Gala do Associativismo Jovem, distinguindo os Núcleos de estudantes, Associações e Secções culturais que, ao longo do último ano, organizaram centenas de atividades, defendendo “valores, causas e princípios”  em prol dos estudantes da academia transmontana.

José Pinheiro, presidente da direção da AAUTAD, no seu discurso, enalteceu o “caminho trabalhoso” que foi percorrido nos últimos anos, que resultou na proximidade entre os núcleos e a associação, e na criação de “metodologias de trabalho mais objetivas, como a criação das assembleias por escola”.

Na II Gala do Associativismo foram distinguidas o AdnGB- Núcleo de estudantes de Genética e Biotecnologia, Núcleo de Estudantes de Engenharia Agronómica, Núcleo de Estudantes de Comunicação  e Multimédia, Núcleo de Estudantes de Engenharia Informática e ainda a Vibratuna.

“O movimento associativo dá cada vez mais provas de que está unido nas causas e preocupações basilares do ensino superior”, destacou o dirigente associativo, que acredita que vão deixar o “legado de uma Universidade melhor”.

A II Gala do Associativismo Jovem ficou marcada pela aprovação da “Moção Para a Qualidade do Ensino”, uma preocupação cada vez maior por parte dos estudantes, que temem os efeitos da falta de investimento no ensino superior na qualidade do mesmo.

Ao longo do último ano, a AAUTAD, juntamente com os Núcleos e Associações representativas de curso, identificou um “conjunto de circunstâncias que prejudicam a prática de um ensino de qualidade”.

Esta moção aponta para a necessidade da “regularização e contratualização de docentes”, de forma a que as instituições de ensino superior (IES) possam aproximar as suas linhas orientadoras para os docentes convidados através da sua especialidade, aproximando o conteúdo programático do tecido empresarial, promovendo uma melhor qualidade no ensino”.

Destaca ainda o “financiamento das IES e a renovação necessária das mesmas”, uma vez que só aumentando o investimento público no ensino superior e na investigação em Portugal será possível garantir uma “geração mais qualificada e profissional”.

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